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Para imóvel de R$ 100 mil, seguro residencial de R$ 200 por ano

A maioria dos financiamentos imobiliários inclui o seguro básico, com cobertura para morte, invalidez e danos ao imóvel causados por incêndio e explosão, mas a contratação desse produto pelo consumidor comum ainda é considerada tímida pela Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg). O mercado de seguro residencial no país cresceu 2,7% de 2010 para 2011, quando alcançou receita de R$ 1,3 bilhão, no entanto, apenas 12% dos brasileiros possuem seguro residencial. Desconhecimento sobre o funcionamento do setor e a expectativa quanto ao pagamento mensal fazem o brasileiro evitar o seguro:

— Muita gente tem seguro do carro, mas não protege a residência. O brasileiro não tem o hábito de planejar, fica com aquela ideia de que o problema só vai acontecer com o outro. Na verdade, a residência é o maior patrimônio de uma família. E pagar por um seguro pode custar bem menos do que a maioria pensa: o seguro de um apartamento de R$ 100 mil no Rio ou em São Paulo custa até R$ 200 por ano — diz Eduardo Marcelino, presidente da Comissão de Riscos Patrimoniais da FenSeg, para quem a iniciativa da Caixa demonstra o amadurecimento do mercado.

O Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec) alerta que para evitar sustos na aquisição de seguros o consumidor deve ler o contrato com atenção, preencher o perfil com sinceridade e dar preferência aos pagamentos à vista, ou no máximo em quatro parcelas:

— Existem dois tipos de seguro: o de Valor de Mercado Referenciado e o de Valor Determinado. O primeiro é o mais usual: a indenização integral é condicionada por uma tabela de referência (a mais conhecida é a Fipe), que deve estar indicada no contrato. Também deve haver um fator de reajuste sobre esse valor. Já a outra modalidade prevê uma indenização integral fixa, prevista em contrato — explica Maria Elisa Novais, gerente jurídica do Idec.

Fonte: Oglobo.com

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